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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016



A lei da mente é incontornável
O que tu pensas, tu crias
O que tu sentes, tu atrais
O que tu verdadeiramente acreditas
Em ti se torna realidade


Filosofia Budista

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016




Eu Acredito, neste Poder Superior que existe no Universo.

Acredito nessa Energia, e acredito nessa Inteligência invisível que nos trespassa, algo muito Superior a esta nossa efémera existência humana.

Eu Acredito que foi esse Poder Superior que Existe no Universo, que um dia lançou os dados e as coordenadas circunstanciais, que congeminaram o nosso Encontro, e os nossos laços que assim perduram.

O que teria sido, que caminho teríamos seguido, se esse Poder e essa Inteligência invisível não nos tivesse colocado no mesmo Caminho?
Pois, ninguém poderá alguma vez, responder a esta pergunta.

Mas o que eu sei, é que és, e serás sempre uma Dádiva, uma tocha acesa, mesmo que por vezes despercebida, que sempre me acompanhou, comigo sempre lutou, e que me tem aconchegado até hoje.

Neste Teu dia, os meus Pensamentos, as minhas Preces silenciosas, pedem somente coisas simples, e ao mesmo tempo, nesta elementar simplicidade, não deixam de ser, majestosas.

No meio das intempéries, no meio das circunstâncias e dos relevos de todas as etapas, a minha Gratidão por seres quem és, e por tudo o que tu representas, será sempre de uma dimensão infinita.

Que o nosso Amor, o Companheirismo, a Perseverança e a Compreensão, nos ilumine, e perdure em nós para todo o sempre.

AMO-TE, MEU AMOR!

Luis de Sousa in “ Para Ti, Amor da Minha Vida “

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016



A lei da mente é incontornável

O que tu pensas, tu crias
O que tu sentes, tu atrais
O que tu verdadeiramente acreditas
Em ti se torna realidade


Filosofia Budista

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016



Quando as pessoas se reconhecem no outro, e quando o outro através das suas Palavras e dos seus gestos, proporciona o conhecimento e a revelação de coisas que acontecem em nós mesmos, somos gratos e ficamos gratos, pelos novos Olhares que administramos, pelas janelas que abrimos, e pela luz que por elas vai entrando...


Luis de Sousa in “ Dissertações “

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A calma e a paz.



Quando chega o momento em que a calma e a paz são o nosso mais pretendido horizonte, é porque já conquistamos em nós planícies de muitos mundos, e assim sabemos o valor das coisas que mais queremos.

Luis de Sousa in " Dissertações "

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016



(…) Corríamos e saltávamos por cima do capim, olhávamos para o horizonte, e ele era uma linha lá longe feita de cores, tonalidades e brilhos.
Éramos pássaros de asas leves e livres, preenchidos de uma substância cujo nome não sabíamos definir, mais tarde soubemos, chamava-se magia, ela era tanta, tão intensa e transbordante, tanto quanto a gente corria.
Conhecemos o azul mais azul de todos os céus, o avermelhado mais extasiante de que qualquer outro sol poente, as areias brancas e finas peneiradas pelo vento, e aquele cheiro intenso, a iodo do mar, que invadia de sabor o nosso respirar, e isso, despertou em nós o início de uma viagem, uma viagem silenciosa que nos agarra e se prolonga pelo tempo, povoando os poros mais recônditos da nossa alma, concedendo uma única certeza, a de amar verdadeiramente, aquele único lugar.


Luis de Sousa in excerto de “ Mil e uma estradas “

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Os Famintos ( excerto)



(...) Para haver vida, é necessário digerir a água e lavar os olhos,
vibrar as cordas de todos os sentidos, dar aso à cascata, que é só o tropeço, o passo esquecido desse rio profundo das emoções.
Desejar e sentir, que tudo isso aconteça, até que dentro do nosso corpo, anoiteça.
Talvez sejamos só invólucros, peças cambiantes feitas de tecidos orgânicos,
transportando ferramentas, que são pensamentos, sonhos, vontades erguidas, asas caídas e desilusões.
Tudo isto é mergulho, entulho e convulsão em cada estágio, seguido de continuidade, que se torna planície, depois a escada, de uma outra etapa.
Mas continuamos, apesar dos sorrisos, dos acenos, dos gestos cativos, por vezes até felizes viajando no dorso de uma ave, outras, caminhamos imbuídos de uma coisa intratável, inexplicável, talvez perdidos, tremendamente sozinhos e solitários.

Luis de Sousa in excerto de “ Os Famintos “